Multado por usar avião da JBS, Joesley tem outro processo na CVM

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O que é meu é seu Além da multa de R$ 1,1 milhão que a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) aplicou a Joesley e Wesley Batista na terça-feira (21) pelo uso pessoal do avião da JBS revelado pela Folha em 2017, a família enfrenta outro processo na autarquia por razão semelhante. A questão foi levantada no meio da disputa judicial de Joesley contra Raquel Pitta, mulher do doleiro Lúcio Funaro, por causa de um imóvel. Segundo a defesa dela, o empresário usou advogados da JBS para representá-lo no processo de interesse particular.

O que é seu é meu O uso dos serviços ou bens de uma empresa de capital aberto, como é o caso da JBS, para fins particulares do controlador desatrelados dos interesses de outros acionistas é considerado má prática de governança corporativa e prejudica indiretamente os outros sócios.

Teto disputa de Raquel e Joesley sobre o imóvel, que fica na região mais cara de SP, ocorreu porque o empresário diz que não recebeu uma parcela. Neste ano, a defesa de Funaro protocolou queixa na CVM dizendo que o advogado do adversário pertencia à JBS e apontou semelhança com o uso do avião. O caso está em análise. A J&F não comenta.

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